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quarta-feira, 28 de março de 2018

Obtendo motivação para ser você mesmo

Tela do artista indiano San Dihr - Childhood


Obtendo motivação para ser você mesmo


Por Marise Jalowitzki
postado neste blog em 25.março.2018
https://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2018/03/obtendo-motivacao-para-ser-voce-mesmo.html

Motivação, como a própria palavra foi composta, é o motivo que nos leva à ação. Isto é, a movimentação que se realiza para suprir necessidade e alcançar objetivos. É alguma coisa que vem de dentro da pessoa e, portanto, dela depende pra se tornar realidade. Certas decisões podem ser apenas impulsionadas (presionadas) pelo meio, pelo ambiente exteno, pelos outros e, sim, nestes casos, uma grande parte das pessoas apenas faz o que lhes "mandam", ainda que acreditem ser a sua própria vocação, vontade, querença. São as pessoas que se deixam guiar (seja por familiares mais velhos, seja por orientadores, coach, psicólogo, astrólogo, guru... Pode haver o entusiasmo, tipo "me encontrei"... mas isto pode ser tão fugaz, que dura pouco tempo e o indivíduo se sente, igual, amordaçado, artificial, até inútil. É porque não nasce de dentro, não vem por um reconhecimento próprio. Não funciona. Pra dar certo, tem de estar identificado com estilo, jeito, visão de mundo, autovisão.

Autoconhecimento é fundamental pra reconhecer onde se quer ir. Sim, é possível começar traçando algumas metas, com base naquilo que se julgam ser as nossas necessidade e a satisfação delas.

E quais são estas necessidades?

1) Necessidades básicas: alimentação, moradia, vestimentas, segurança.
2) Necessidade de bem estar: sentir-se aceito no meio, fazer parte deste meio com serenidade, com prazer.
3) Necessidade de influenciar os outros: o princípio básico do respeito, de ser ouvido e considerado nos seus pontos de vista.
4) Necessidade de trocar afeto, necessária sustentação e equilíbrio emocional.
5) Necessidade de auto realização, crescer como pessa, ver as coisas evoluirem, progredir. Gostar do que fez e faz.


E o que está em nossas mãos fazer para suprir estas necessidades?


1) Para suprir as necessidades básicas 

Ter uma atividade que possibilite obter um retorno financeiro suficiente para fazer frente aos gastos essenciais.

Em um país com as dificuldades que enfrentamos todos os dias é preciso desenvolver uma visão bastante realista de onde estamos, quais nossas reais possibilidades (inclindo os conhecimentos e capacidades), onde queremos e podemos chegar. Ambições e anseios, para que possam se concretizar, precisam ser compatíveis com o que temos em mãos hoje, (condições financeiras, físicas, etc.) e capacidades (conhecimentos, aptidões, habilidades, etc.). Ter sonhos muito altos, sem ter capacidade técnica ou emocional para realizá-los, só traz desencanto e frustração.


2) Para suprir as necessidades de bem estar 

É preciso sentir-se digno da confiança de si e do outro. Saber da vontade dele de estar junto, em uma vivência de parceria que frutifica e contempla ambos. Importante lembrar que fazer a nossa parte é apenas 50% da situação. Cada um faz a sua parte ao mostrar-se prestativo, aceitar orientações, discutir sugestões, estar disponível para ouvir, compreender, negociar. Há situações que se perdem quando o indivíduo não consegue assumir uma atitude aberta, sincera, espontânea, seja por falta de percepção, vontade ou humildade.

Até aqui, são os 50% de um, que podem e precisam ser revistos. E os 50% do outro? Pode já estar minado, contaminado por ideias preconcebidas, suspeitando e desconfiando de todos os estranhos, ou sem paciência para obter os resultados desejados. Portanto, bem necessário lembrar sempre: podemos fazer a nossa parte direitinho, podemos mesmo insistir, mas a atitude de mudança só vai ocorrer quando os dois se dispuserem a isto. Senão, é carregar peso morto.


3) Para suprir as necessidades de influenciar os outros

Necessidade de influenciar os outros é uma necessidade, sim, inerente ao ser humano. Todos nós, em algum momento, acaba se esforçando para dar uma boa impressão, para convencer alguém de nossoponto de vista. Seja em uma entrevista de emprego, em relacionamentos afetivos, seja ao criar filhos. O tempo todo, estamos tentando  acenar para alguém o que nos parece ser o mais "certo". (Como eu, neste momento, ao escrever este texto.)

Para se fazer respeitar, minimamente, ao expor suas ideias, é preciso primeiramente estar de bem consigo mesmo, acreditar naquilo que está dizendo, dar-se o devido valor. Investir em autodesenvolvimento, adquirir novos conhecimentos e aptidões. Depois, é deixar rolar, sabendo que nossos anseios, esperanças e expectativas são nossas, não dos outros. Somente assim é que se está em condições de esperar o respeito dos outros, pois estamos nos respeitando. Não necessariamente dará aquele resultado esperado, naquele contexto, com aquelas pessoas, mas possibilita a consciência de estar fazendo o seu melhor, talvez até encontrar pessoas que encaram o mundo com visão semelhante.



4) Para suprir nossas necessidade de afeto 

Quando crianças, necessitamos muito de se sentir amado, aceito e bem querido por aqueles do entorno. Quando tal não acontece, ou acontece parcialmente, o famoso "oco-emocional" aumenta e a procura de alguém que possa suprir este "oco" passa a ser um objetivo paras quase todos. Ilusão. Nossa sociedade, de certa forma, ensina a acreditar que a felicidade está no outro e que ele (o outro) é que tem a capacidade de nos deixar de bem com a vida ou colocar pra baixo. Filosofia errada, embora endeusada através dos séculos. Ninguém é metade de outro. Somos todos INTEIROS, com nossos defeitos e nossas qualidades, com nossos cacos e acertos. Muitos dos conflitos se acabam quando se entende isso, pois diminuem as expectativas sobre os demais e a compreensão, a tolerância, a procura do entendimento e livre convivência, passam a ocupar o lugar do julgamento e da crítica, da menos valia e desencanto.

Para que isto possa se tornar possível é preciso, fundamentalmente, aprender a gostar mais de si! Viver bem em sua própria companhia, saber que a relação com o outro vem pra somar, sim (e não "completar") e que cada um é um ser único. Importante entender com o coração e não depositar todas as esperanças em alguém fora de si. Até porque o outro jamais há de suprir o que está faltando. Vivemos em um meio que enaltece a carência! Que roubada!

Difícil mudar? Sim, pois fomos ensinados ao Ter, ao Amor-Posse, a estar perto, ao controle do outro, ao outro ter de "provar" que quer, que nos ama, em auditamento constante. É preciso baixar a guarda, baixar as expectativas, praticar o desapego, deixar de esperar tanto do outro. Em nossa insuficiência, há tantas situações em que só podemos contar com o si-mesmo. E olhe lá! Assim, ser seu próprio melhor-amigo é fundamental! E salvador!


5) Para suprir nossas necessidades de auto realização

Tem a ver com conseguir estabelecer seu próprio código de crenças, norteando ideias próprias, não impostas pelos outros. Desde muito pequenos se ouve o famoso jargão: "O que vai ser quando crescer?" e, lógico, são os adultos que tentam direcionar a vocação. Identificar, mais tarde, o que, efetivamente, é a área onde colocamos mais vontade, mais prazer, mais motivação, pode se tornar um tanto nebuloso. Mais uma vez, será o autoconhecimento que vai ajudar. Crescer como pessoa tem a ver com sabedoria, para aprender que estamos aqui para viver bem e não acumular. Cada um cria o seu próprio sentido do que seja viver bem.

De acordo com o grau de auto estima de cada um é possível traçar metas mais ou menos ambiciosas para as nossas vidas. Auto estima é a maneira como cada um se vê, o valor que dá a si mesmo. Acomodar-se ou mudar está na razão direta disto!


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Consultora organizacional, criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Todos Nascemos Merecedores!







Por Marise Jalowitzki
Merecer estar motivado é aceitar-se Merecedor da Felicidade!
Motivação é tema presente em todos os momentos da vida de todos nós. Apresentar situações que auxiliem na identificação de um propósito válido, que dê sentido para o dia a dia de cada um, um motivo que impulsione para a ação (Motivo + Ação = Motivação) é o objetivo destas linhas.
Motivação é peça chave, fundamento e razão de nossas ações no mundo.
Mesmo o tema sendo amplamente tratado em muitos contextos (livros, trabalhos vivenciais, palestras, cursos e seminários), bem pouco se tem abordado a questão básica: até onde pode levar a motivação de cada um. Como antever os resultados de nossas ações. Qual o produto a ser alcançado no futuro (próximo ou não), dependendo das decisões que tomamos no presente. Existe, então, motivação destrutiva?
As ações que realizamos e as escolhas que fazemos podem determinar o produtivo e o improdutivo da vida de cada um. Ou, em outras palavras, saber o que fazer implica no sucesso ou fracasso de um projeto ou de uma vida inteira. O poder das escolhas.


LIvro Perdendo o Medo, Ganhando Motivação!


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Livro: PERDENDO O MEDO, GANHANDO MOTIVAÇÃO!

Perdendo o Medo, Ganhando Motivação!
Tópicos:

Perdendo o Medo de Ter Medo!

Crenças e Felicidade
O Mito da Felicidade a Qualquer Custo

Motivação, um processo interno
Motivação, a influência do meio
Falando para os deprimidos
Falando para céticos e apáticos
Permissão

Saindo do Papel de Vítima 
Saindo do Papel de Herói

O Caminho do Meio


80p.

Produção independente

O que nos adoece é nossa teimosia em abafar o que somos.

"Quando um quadro de insegurança se instala, o medo de perder se agiganta, e, na verdade, nem temos convicção de ser ou ter! Pelo medo de perder envidamos esforços em nome do amor, do sucesso, do desvelo, da compaixão, quando, na verdade, os fantasmas possuem outros nomes:
Ø  medo da solidão, de ficar sem o referencial afetivo que nos propulsiona;
Ø  medo do fracasso, de errar, de não dar certo, coisas já sinalizadas pelos outros como ter ou não ter sucesso, ser ou não ser um empreendedor;
Ø  medo da infelicidade - sem se dar conta que já está infeliz desse jeito mesmo!
Ø  medo da rejeição - de não ter podido ser aquele que o outro queria;
Ø  medo da mesmice, de ter de enfrentar novamente os dias que se acredita serem sem cor ...
Ø  medo do ridículo - de que nos apontem como "o único ser do planeta a cometer erros"..."




Como pode o medo auxiliar-nos na mobilização para o novo?
O que fazer para sair deste estágio paralisante?
Como voltar a sentir Motivação?
Conheça algumas dicas preciosas.




Produção independente
Contato com a autora: marisejalowitzki@gmail.com  




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Por Marise Jalowitzki
15.março.2017



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Dinâmica de Grupo - Velhas Roupas

Trabalhando a prática do desapego como alavancador de mudanças positivas

Velhas Roupas


Objetivos:
è  Percepção
è  Comunicação clara
è  Feedback
è  Mudança
è  Projetos de Vida
è  Quebra de paradigmas

Aplicação:
è  Para grupos de aposentandos (programas continuados)
è  Para grupos que precisam rever suas posturas (programas continuados)

Material necessário: roupas usadas e (opcional) para o segundo momento, tecidos, tesouras, algum grampeador, clipes, etc.

Tempo estimado:
2 a 3 horas, para um grupo de 10 a 15 pessoas

Desenvolvimento:
         1º momento: O facilitador coloca em um canto da sala (ou balcão) várias roupas usadas, velhas, muito limpas, de diferentes épocas e em diferentes estados de conservação. Pede aos participantes para lá se dirigirem e manusear, se quiserem, as roupas, de vários estilos e condições. Cada um fará o que quiser com as roupas: vestir, brincar, deixar de lado, ignorar. Após alguns momentos, solicita que o grupo retorne ao círculo e comente.

2º momento: Os participantes são convidados a um momento de reflexão e avaliação sobre suas vidas. O facilitador pode colocar uma música suave e conduzir a um breve relaxamento. Discorre sobre as roupas que usamos em nossas vidas, roupas emocionais que já estão praticamente agregadas à nossa pele, e que, às vezes, já nem nos servem mais. Pede que reflitam sobre isso:
-         O que quero largar, qual a velha roupagem que sinto que já não me serve, e que tenho dificuldade de me desfazer?

Comenta, também, que a ajuda de pessoas que querem o nosso crescimento pode ser bastante útil e necessário em momentos em que nos dispomos a mudar. Para isso, pede que imaginem em que este grupo poderia ajudar no seu desenvolvimento.
-         O que gostaria que este grupo me ajudasse a vestir? Em que poderia me auxiliar?

Após, os participantes são convidados a iniciar o processamento de suas reflexões.

Comentários:
Há um jogo de slides em power point chamado "Faxina" com frases bastante sugestivas, que poderá ser exibido ao final, como reforço de aprendizagem.

Para dar um cunho menos nostálgico ao trabalho, é importante que o facilitador traga materiais alegres para a fase de ajuda mútua. Os participantes que estão se dispondo a auxiliar confeccionam a “nova roupagem” que querem presentear ao colega. Pode ser em papel crepe, algum tecido mais barato, mas, cores alegres, leves, algum voal, para que seja, efetivamente, uma mudança agradável, boa de lembrar.

(Há várias outras vivências para aplicar. Não as reproduzo aqui por já constarem em livros anteriormente publicados. Destaco o Brasão de Família, Álbum de Grupo, Os Nomes, Esvaziando Armários, João Bobo, Envelope de Carinho, Sanfona de Percepção, etc.)

Observação: De acordo com a natureza do grupo e o número de vezes em que já se encontraram, tal vivência poderá acontecer em um dia em que, previamente acordado, todos os participantes trazem roupas das quais querem se desfazer, para contribuir com campanhas comunitárias de solidariedade.

Autoria: Marise Jalowitzki



domingo, 15 de agosto de 2010

AS REAÇÕES EM UM AMBIENTE DESMOTIVADO

Posturas adotadas pelos diferentes profissionais


Quando o gestor é omisso, o grupo se "defende", seja com descontentamento explícito, agressividade, apatia,  ou omissão. Nada melhor do que apresentar estratégias para desenvolver habilidades para cenários difíceis. Para que isso possa acontecer é necessário um tanto de autoconhecimento e conhecimento das reações dos outros, a fim de poder agir assertivamente.

Em algumas situações, a contratação de um consultor externo acontece sem que o gestor se disponha a participar, nem a ter encontros isoladamente, seja por pressão, temor ou descompromisso, mesmo. Quando for esse o caso, o Facilitador irá trabalhar os slides ouvindo as queixas dos colaboradores, sim, sempre que aflorarem, mas conduzindo a equipe para que tracem metas envolvendo a SUA superação e o auto desenvolvimento. Uma "carta de reivindicações" precisa ser muito bem avaliada, sob pena de fragilizar ainda mais os integrantes.


Quando o gestor solicita que o grupo seja trabalhado separadamente, “pois se solta mais” e ele se dispõe a receber as dicas, seja em grupos de gestores, seja isoladamente, a oportunidade é de muita valia. Está criada uma parceria pautada na confiança. Nessa situação o Facilitador deverá ter o máximo cuidado em não "dedurar" determinado profissional ou equipe.


Quando o gestor está mobilizado a participar do evento, será uma rica e ideal oportunidade para rever posturas, atitudes e comportamentos de todos, criando um clima de compromisso grupal bastante salutar e promissor. É a situação ideal.


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MOTIVAÇÃO E ENGAJAMENTO



A ÚNICA MUDANÇA EFICAZ,
SOBRE A QUAL TEMOS CONTROLE,
É A QUE ACONTECE DENTRO DE NÓS.



Assim, é sábio decidir se você quer:
- Viver a vida em conjeturas, ou
- Ser dono de seus objetivos



COMO SE RESOLVEM OS PROBLEMAS NA ORGANIZAÇÃO ONDE VOCÊ TRABALHA?
FLUXOGRAMA DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS (Muito interessante! Profissionais identificam áreas e situações, espontaneamente.)

E, COMO ANDAM AS COISAS?
EXISTE A PRÁTICA DA COMPETIÇÃO COOPERATIVA OU AINDA É “CADA UM POR SI”?


ONDE VAMOS COMEÇAR A REVISÃO?

O Cérebro é uma “Caixinha Mecânica” que você comanda. É um HD que armazenou/armazena tudo que você já passou, que você já viu.

Ele não distingue se é bom ou ruim, se é certo ou errado.
Se é arquivo temporário, se é vírus, se é vírus fatal...


O CÉREBRO É SEU!
SE HÁ ALGO QUE PODEMOS MUDAR, É DENTRO DE CADA UM!
VOCÊ É QUEM PODE REINVENTAR A FÓRMULA!
O QUE VOCÊ QUER FAZER?


FELIZES DECISÕES!!!





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