domingo, 1 de novembro de 2015

Ninguém deve se intrometer no tipo de educação que damos para os nossos filhos...



PELO FIM DA VIOLÊNCIA!
EM PROL DA AÇÃO DE TODOS OS CIDADÃOS  A FIM DE ERRADICAR AGRESSÕES, ESPANCAMENTOS E TODOS OS ABUSOS!
PAZ, ACEITAÇÃO, RESPEITO!

TOLERÂNCIA, AMOR!



Por Marise Jalowitzki
01.novembro de 2015
http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2015/11/ninguem-deve-se-intrometer-no-tipo-de.html
Há pouco escutei esta frase:
"Ninguém deve se intrometer no tipo de educação que damos para os nossos filhos!"
Como assim?
Isto é alegação ultrapassada! Vem do mesmo século em que diziam: "Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher!" 

Temos de nos "intrometer", sim! Se preciso, denunciar e denunciar muito! Lei Maria da Penha nasceu depois que uma esposa que ficou em cadeira de rodas devido à agressão do marido, conseguiu dar voz a muitas mulheres que continuam sendo vítimas de maus tratos e selvagerias do "mais forte sobre o mais fraco". 

Da mesma forma, "Lei da Palmada" foi aprovada depois que o pobre menino Bernardo (da cidade onde me criei, aqui no RS), foi morto por injeção letal, depois de muitas e muitas agressões e castigos impetrados pelo pai biológico e madrasta. 

Melhor se a humanidade aprender pela evolução natural, pautada na Compaixão e Empatia, no Respeito e na Aceitação. Senão, que seja por uma legislação bem aplicada! 

Estou nos últimos tempos lendo e assistindo vários videos e palestras sobre agressão, violência, drogadição, tantas coisas, todas intercaladas. São necessários muitas ações, muito diálogo, muita troca de informação para que muita coisa mude em nosso país!

Louvo a legislação que hoje pune como estupro a vulnerável (criança ou adulto) o que antigamente se dizia simplesmente "brincou", "bulinou"... 
Louvo a legislação que pune a agressão física e também a mental-emocional, tanto a crianças como a adultos. 

Houve uma situação extrema em Chuí (zona de fronteira onde trabalhei há algumas décadas durante 1 ano) onde, literalmente, meu esposo (à época) e eu salvamos a subprefeita que iria simplesmente ser morta pelo marido. Cena dantesca, onde deixamos a nossa filhinha dentro do quarto fechada (em nossa casa) e, na escuridão da noite, conseguimos retirar a vítima do saguão da casa onde ela conseguira, totalmente nua e já bem machucada, se esconder. Enfim, lembranças que ninguém apaga e que só servem para reforçar a ação presente.

Há pouco uma amiga comentou das vezes em que foi agredida pelo primeiro marido, onde pessoas a viam estendida no chão e nada faziam! E ela concorda que a primeira providência seja sempre retirar a vítima do local da agressão! Laços afetivos difíceis! Meu pai, pessoa que amo muito, pessoa querida e alegre, quando alcoolizado, também agredia por demais minha mãe, enquanto os dois ainda eram casados e vivos neste plano terrestre! Intervíamos sempre! Cenas tristes! Certos casamentos duram demais! Os tempos hoje são outros, as visões (e julgamentos) a mulheres 'separadas' são menos excludentes, mas as agressões, essa permanecem em alta.





Assim como certas mães que são permissivas com situações-limites com suas filhas e-ou filhos. Há poucos dias conversei com uma mãe que já deveria ter se separado faz tempo do marido-pai abusador e, no entanto, fica procurando justificativas! Imagino só o que está passando pela cabecinha da criança- filho-abusado!!! 




Tantas situações complicadas! 
Deus nos ajude a sempre ter a melhor ação, em benefício do maior número de pessoas!




E como declara uma outra amiga: "As coisas ruins só acontecem por falta de atitude, pessoas que fingem não ver e esquecem que agindo assim também se tornam responsáveis pelas consequências do que o não se envolver acarreta. Então... Envolva-se! Não seja um mero espectador da desgraça, da violência.
Aja!

Disque 100




 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:



LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade



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Por Marise Jalowitzki
22.maio.2015
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TDAH - MUITA, MUITA CONVERSA, MENOS, MUITO MENOS MEDICAÇÃO! Terapia ao invés de medicação!
Pessoas sempre foram e sempre serão diferentes entre si. Diferentes
métodos e abordagens para conhecer e classificar esta diversidade
continuam sendo praticados e oferecidos.
(...)

Tudo são filosofias e visões inclusivas,que buscam identificar as habilidades, qualidades e características de cada indivíduo e aproveitá-las da melhor maneira possível. Não uniformizar sob mesmos comportamentos e reações. Manter a diversidade, aprimorando as relações e o desempenho.







http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/05/tdah-muita-muita-conversa-menos-muito.html




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