terça-feira, 7 de novembro de 2017

O fim do engessamento social - 1000 GESTALTEN / G 20 Hamburg Summit





O fim do engessamento social em que todos estamos imersos só vai acontecer assim, como nesta performance: um a um, sem leis, sem mandatos, sem 'permissões legalizadas'.

Mais difícil?

Claro, pois tem de se posicionar firmemente, cotidianamente, a maioria das vezes sem nenhum respaldo ou apoio. Mas, é assim mesmo!

Necessário e urgente!













Tempo para estar junto



07.novembro.2017

Amar significa ter tempo para escutar, perceber, procurar entender, muito mais que falar e falar, julgar, emitir conceitos! Quando não entender ou assimilar direito o que seu filho está fazendo, pensando ou sentindo, silencie, observe, abrace, e, só depois de um tempo, pergunte amorosamente. Sem julgamentos, sem cara franzida. Só exercitando a empatia, que é o nobre ato de se colocar no lugar do outro, procurando sentir como ele sente, sendo ele (não você). 
Crianças tem como sua primeira referência de vida as sensações, impressões e sentimentos que os pais lhes passam. Nós também já fomos crianças. (Se você não tem as melhores lembranças de como foi no seu tempo, faça diferente agora, para o seu pequeno!!!) Ganham eles, ganham todos!
Abraços e Felicidades!
Marise Jalowitzki
Educadora, escritora, especialista em desenvolvimento humano
Livro, Blog, Grupo e Página TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM



Mais sobre o tema:


TDAH Crianças que Desafiam

Por Marise Jalowitzki

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/03/eu-quero-falar-voce-nao-quer-ouvir.html





O convívio pessoal não pode ser
abandonado em nome do
avanço tecnológico.

Juntos e sozinhos

Por Marise Jalowitzki

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TDAH Crianças que Desafiam
Marise Jalowitzki

Por Marise Jalowitzki








quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Seminário A epidemia das drogas Psiquiátricas - 30/10/2017 - Manhã





A epidemia das drogas psiquiátricas - Robert Whitaker no Seminário da FIOCRUZ, ontem: "Se este modelo é bom, se ele funciona, então, é uma história de progresso! Entender o desequilíbrio, os distúrbios e tratamentos específicos destes distúrbios. Quando você tem este "avanço médico" você tem de ver ESTE FARDO CAIR na sua sociedade! Faz sentido?  O que nós vemos, ao invés disso, é exatamente o contrário!" (57'17")

Assista a todo video! Há outros, o Seminário segue)


sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Dedos apontados



27.outubro.2017

Crescem, a cada dia, os apontadores-de-dedo para culpabilizar os pais no caso do atirador em Goiânia, o aluno da escola Goyazes. Ah, sociedade doente! quando vão deixar de direcionar seus julgamentos apenas a um segmento falho e olhar o entorno de uma situação, incluindo-se? Como olhar para um caso assim e não ver a insanidade que nos cerca e impregna a todos nós?
- Sim, falharam os pais, a família do adolescente, que não conversou o suficiente, que não conseguiu passar valores como tolerância e resiliência, que é a capacidade de fazer frente aos conflitos do cotidiano, tentando formas razoáveis de lidar com os desafios. Que não conseguiu estar presente nos momentos de angústia do filho, nem nos momentos em que arquitetava seu plano terrível.
- Sim, falharam os pais de todas as outras famílias envolvidas, que, igualmente, não conseguiram passar valores como empatia (que é a capacidade de se colocar no lugar do outro, procurando sentir como ele sente, não como nós sentiríamos 'se-fôssemos-ele', pois não somos! Famílias que não conseguiram passar valores como Respeito e Aceitação das diferenças.
- Falharam os colegas que viam (conforme atestam várias declarações em video) o quanto o rapaz era sozinho, 'não tinha amigos', 'não conversava com ninguém' e, ainda assim, não se mobilizaram para incluí-lo de uma forma efetiva e não apenas zoando...
- Falhou o próprio jovem assassino, que não pensou na dor que iria espalhar, apenas querendo 'solucionar' a sua dor, respondendo com ódio ao tratamento que recebeu. Paga, agora, o que não tem preço. A dor da perda de tantas famílias, pelas vidas ceifadas.
- Falhou a escola, sim, a escola, por não ter um Programa Anti-Bullying instituído, contumaz, costumeiro, periódico, inserido no cotidiano escolar, como devem ser os programas que visam formar uma sociedade mais ética, inclusiva, amorosa.
- Falhamos nós, também agora (e sempre), ocupando nosso tempo em julgamentos, apontando o dedo para este ou aquele lado, e, provavelmente, sem olhar para aqueles pequenos que estão perto de nós, carecendo de conselhos, de exemplos, de muita conversa, como estes adolescentes todos deste episódio trágico, triste, e como os adolescentes do mundo todo, carecem.
Virar as costas para toda esta realidade doentia que nos sufoca, e não fazer nada no sentido de mudar, de melhorar, de aprimorar na sua parcela de influência é continuar injetando veneno em algo que já está podre, que é o nosso estilo de vida, de sociedade!
Além do "oh, que horror!", quantas mensagens de Amor você tem lido ultimamente? Quantas tem compartilhado, escrito, dito, expressado em gestos?
Ao invés de julgar, MUDE VOCÊ sua forma de tratar os outros!
Por menos julgamentos e ódio, por mais AMOR PREVENTIVO!

Marise Jalowitzki
Educadora, escritora e especialista em Desenvolvimento Humano

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Opressor e Oprimido




terça-feira, 26 de setembro de 2017

Meu pedido de hoje

M.Jalowitzki (tela de 1987)

M.Jalowitzki - foto tirada em 01.janeiro 2009, da janela da sala


Meu pedido de hoje

26.setembro.2017
https://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2017/09/meu-pedido-de-hoje.html

Esta tarde passei por uma mocinha tão, mas tão triste e depressiva, infelizmente justo na hora de atravessar uma avenida movimentada, naqueles instantes em que estamos vigilantes pra cumprir os segundos pra atravessar a via!!! O sofrimento era tanto, estampado naquele rosto, olhos de quem tinha chorado.
Senhor, me orienta pra que eu possa interferir beneficamente na vidinha desta garota! Uma mocinha da vizinhança, altamente depressiva, não me conhece, não sei onde mora! Só orientação Divina mesmo pra eu saber como chegar! TEMOS de nos encontrar novamente, vou pará-la na rua e perguntar se quer conversar!!!
Não posso ser omissa! Uma coisa é compartilhar um lacinho no facebook, outra coisa é interferir pessoalmente, tentar ajudar a dar um rumo a alguém que está à deriva!
Sim, sou também uma gota d'água, sou um grão de areia, mas é esta gotinha, este grãozinho que veio pra fazer a diferença pra melhor!

"E há tempos nem os santos tem ao certo a medida da maldade
E há tempos são os jovens que adoecem
E há tempos o encanto está ausente a a ferrugem do sorriso só'ao acaso estende os braços a quem procura abrigo e proteção. 
Disciplina é Liberdade
Compaixão é Fortaleza
Ter Bondade é ter Coragem! "
"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã!"
"A humanidade é desumana, mas ainda temos chance!"
(Renato Russo)

Deposito meu pedido e envio vibrações de Saúde e Paz!
E agradeço SEMPRE por ter ultrapasso minha depressão! (Só com Florais de Bach e Alimentação Balanceada) - Quero mostrar isto a ela!

Marise Jalowitzki
Educadora, escritora e especialista em Desenvolvimento Humano

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

ANATOMIA DE UMA EPIDEMIA - Pílulas Mágicas, Drogas Psiquiátricas e o Aumento Assombroso da Doença Mental - Robert Whitaker



Marise Jalowitzki
21.agosto.2017
https://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2017/08/anatomia-de-uma-epidemia-pilulas.html

Considero SUPER importante que o Livro de Roberto Whitaker "ANATOMIA DE UMA EPIDEMIA - Pílulas Mágina, Drogas Psiquiátricas e o Aumento Assombroso da Doença Mental" tenha, finalmente, uma tradução em português. E mais: que a editora seja a FIOCRUZ.

Embora o destaque tenha acontecido em seminários, palestras, encontros (FIOCRUZ, ABRASCO, várias organizações de Direitos Humanos), a grande mídia não noticiou o lançamento (fácil de entender!). Mesmo tendo concedido uma entrevista a Globo, não há nenhuma menção ao lançamento do Livro. Era-é preciso muita publicidade, bem sabemos, face a gravidade do tema. Temos agora um compêndio fortíssimo como aliado, para continuar enfrentando esta situação tão triste, e devastadora, como é a medicalização da sociedade. E, o pior: em crianças sempre mais novinhas. Brasil ostenta o deplorável 2º lugar em uso de psicotrópicos no mundo, só ultrapassado pelos EUA.

Adquiri o meu exemplar ainda em julho.2017, quando Robert Whitaker esteve aqui no Brasil para o lançamento. Com destaque especial para a temática tdah em crianças e jovens, os capítulos 11 e 12 são destaque.

Há casos que, lendo, dá-se aquela parada para refletir, uma sensação de impotência toma conta, uma percepção de que o que se está fazendo é bem pouco frente ao gigantesco movimento de convencimento da população para o consumo de psicotrópicos. Sabemos quantas pessoas se deixam convencer, seja pelo médico (o medicamento é "inofensivo"), seja pela pressão da escola ("mãe, tem de dar o remedinho") e, mais tarde, ao perceber os efeitos nefastos, bate o desespero, pois muitos médicos, nem aí, quando os efeitos colaterais aparecem, explicam aos pais que as causas dos desajustes são consequencia das drogas psiquiátricas. E, nem aí, suspendem o uso! Casos de óbito chegam a acontecer e tudo fica encoberto!

Excertos da entrevista dada a Eliane Bardanachvili/CEE-Fiocruz

“Com a conivência da Psiquiatria, a indústria farmacêutica construiu a ideia de que na mente não há lugar para tristeza ou ansiedade, emoções que todos sabemos que são comuns nos seres humanos.”

“Psiquiatras e jornalistas ganharam muito dinheiro para dar palestras e defender essa ideia. São pessoas nas quais o público acredita”, denuncia Whitaker.

 “Se, no curto prazo, essas drogas suprimem os sintomas indesejados, no longo prazo o que o ocorre é diferente.”

Fica a indicação.




Livro premiado e traduzido em diversos idiomas, Anatomia de uma Epidemia aborda a contravertida questão das drogas e tratamentos psiquiátricos. O autor foi impulsionado a escrever sobre o que considera “um tremendo campo minado político” a partir de uma reportagem sobre maus-tratos em pesquisas com pacientes psiquiátricos, como, por exemplo, o uso de medicamentos para exacerbar sintomas em esquizofrênicos ou, ao contrário, para privá-los de antipsicóticos. Escrevendo uma série de reportagens sobre esses experimentos, Whitaker estava convencido de que novas drogas psiquiátricas eram desenvolvidas para ajudar a “equilibrar” a química cerebral e que seria antiético retirar a medicação dos pacientes experimentalmente. Ao se aprofundar na questão, no entanto, esbarrou com descobertas da Organização Mundial da Saúde, “que parecia haver encontrado uma associação entre os resultados positivos (no tratamento de esquizofrênicos) e a não utilização contínua desses medicamentos”. A partir daí dedicou-se a uma “busca intelectual” que originou esta obra. “Estas páginas falam de uma epidemia de doenças mentais incapacitantes induzidas pelos fármacos”. (FIOCRUZ)



E em relação ao Transtorno do Déficit de Atenção? Crianças e jovens estão sendo medicadas precocemente?

"Essa é uma preocupação dos pais em todo o mundo. Nos EUA, começamos a medicar jovens e crianças há mais de 30 anos, e não há nenhuma evidência de que eles têm melhor desempenho depois de adultos. Pelo contrário, depois de anos tomando esses remédios os jovens têm sintomas piores e começam a receber outros diagnósticos, como transtorno bipolar ou esquizofrenia. Ouvi relatos de que aqui no Brasil estão receitando Risperidona para crianças de três e quatro anos. É um remédio fortíssimo." (Globo)



Robert Whitaker: Jornalista, ganhou vários prêmios cobrindo medicina e ciência, entre eles o Prêmio George Polk para Escrita Médica; o da Associação de Escritores de Ciência para o melhor artigo de revista; e melhor jornalismo investigativo de 2010. Em 1998, co-escreveu uma série sobre pesquisa psiquiátrica para o Boston Globe, finalista para o Prêmio Pulitzer para o Serviço Público. Seu trabalho se volta para o fenômeno da medicalização, particularmente sobre a influência das drogas utilizadas na psiquiatria e seu benefício real no tratamento das doenças mentais. Sobre o tema, escreveu ainda “Mad in America: a má ciência, a má medicina e o mal-estar duradouro dos doentes mentais” (2001) e “Psiquiatria sob influência: corrupção institucional, lesão social e prescrições para a reforma” (2015).


Querendo, leia também: A Argumentação Científica contra os antipsicóticos

Pesquisas:
https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/anatomia-de-uma-epidemia-pilulas-magicas-drogas-psiquiatricas-e-o-aumento-assombroso-da

https://oglobo.globo.com/sociedade/robert-whitaker-jornalista-escritor-industria-farmaceutica-capturou-psiquiatria-21604509

http://www.cee.fiocruz.br/?q=node/618

http://madinbrasil.org/2016/10/a-argumentacao-cientifica-contra-os-antipsicoticos/


Poderá gostar também de:

Diagnósticos infantis - TDAH e outros transtornos


Em mais de 80% das vezes não é necessário medicar uma criança.Só terapia. Por Marise Jalowitzki

http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/12/diagnosticos-infantis-tdah-e-outros.html



Também:


"A psiquiatria está em crise." Por 

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2016/08/doencas-mentais-nao-se-devem-alteracoes.html




Ritalina e a indução à psicose


Excerto de Entrevista a Robert Whitaker, autor do impressionante livro MAD IN AMERICA 

Por Marise Jalowitzki
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/05/ritalina-e-inducao-psicose.html


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com - Mãe e avó.
blogs:
www.marisejalowitzki.blogspot.com.br 

LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Mudanças e a imprevisibilidade




um amigo, especialista em rh como eu, divide suas preocupações com o alto índice de pessoas que estão jogando pro alto suas carreiras e apostando em algo totalmente novo!
Eu ovaciono os que fazem isso!
Há momentos em que esta (jogar tudo pro alto) é a única opção pra continuar viv@!! fiz isso em 94 e não me arrependo!!! é, sim, como apostar na loteria e pagar pra ver, mas, entre ficar entalado na mesmice (eu já usava colete pra tratar a coluna!!!) e tentar e apostar na Vida, com certeza, opção 2. (Ainda hoje danço Wonderful World)
Há pessoas que 'estranham' meu ecletismo. De tempos em tempos (alguns vários anos nesta minha longa vida) mudo o foco de minha atuação, SEMPRE PAUTANDO O DESENVOLVIMENTO HUMANO SAUDÁVEL! Picasso, assim como tantos outros pintores, teve várias fases em sua trajetória e, em todas elas, imprimiu um novo estilo em suas obras. Na vida não é assim? Porque, dos educadores há de se esperar um único jeito, uma única abordagem? Livros, poesia, prosa, jogos vivenciais, palestras, cursos, eventos de desenvolvimento, reflexões, informações sobre saúde e suas medicações nem sempre certeiras, tudo leva a um nível de vida mais saudável!
Você não tira o pijama e troca por uma outra roupa quando vai trabalhar? Quando sai à noite, não usa um outro estilo de roupa que durante o dia de trabalho? Quando sai de férias continua com a roupagem do dia a dia usual? Praia não tem uma roupagem diferente que trilha? Assim somos, maravilhosamente diferentes!

terça-feira, 4 de abril de 2017

Continuísmo, Acomodação, Superficialidade, Características Sociais dominantes e medicalização de crianças



Por Marise Jalowitzki
04.abril.2017
https://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2017/04/continuismo-acomodacao-superficialidade.html

Ontem refleti bastante sobre a mensagem de Platão quando escreveu "A Caverna". Trata-se da história de um grupo de pessoas que vive dentro de uma caverna, somente olhando/assistindo/"vivendo" as suas vidas através de uma névoa densa. O tempo todo apenas olhando e criticando... Um humano que vivia do lado de fora, passando, ouviu aqueles gritos de "uh...fora...!!"" e quis saber do que se tratava. Quando percebeu o que era, disse:
" - Amigos, vocês estão vendo a vida por uma névoa densa, não é a verdadeira vida. Venham aqui pra fora, aqui tem luz, tem um ar mais limpo, tem outras pessoas! Venham!"
As pessoas de dentro da caverna, ao invés de agradecer e experimentar, ficaram MUITO irritadas, e saíram literalmente correndo atrás do cara que ousou dizer alguma coisa diferente do que estavam acostumados a ver/ouvir/sentir... Claro que ele saiu correndo, pra não ser esmagado!!! Só que, nesta corrida, aquelas pessoas de dentro da caverna acabaram...saindo... (quebrando paradigmas)... sentiram a luz e o calor do sol, xingaram muito o homem, mas, no final, gostaram do que viram, gostaram do que sentiram...
Assim é a evolução humana!
Alguns resistem, atacam...alguns, quando sentem e vivem as novas experiencias, curtem e aderem!
Porque estou falando isso! Ontem fui ler os comentários sobre o post que a amiga Maria das Graças compartilhou em outro grupo, este mesmo artigo sobre o Protocolo de Autópsia do amado Matthew Smith, cujos pais hoje dedicam suas vidas a divulgar o direito que os pais tem de SABER os riscos que os filhotinhos correm ao receber psicotrópicos.
O post FOI EXCLUÍDO e rendeu, em outros comentários, considerações como:
" - O laudo era falso!"
" - O laudo, ao final, dizia que era acidente a causa mortis!"
" - Post falso, cópia de internet..."
" - Fiquei muito triste ao ler... que bom que foi excluído!"
" - Nada do que estava lá é de verdade!"
e, umas duas ou três vezes, a mesma pessoa (talvez a moderadora) salientava... entrem no site da associação brasileira...lá vocês vão ver que não existe isso de problema de coração... ritalina é segura!"
" - Vamos seguir o que o médico disse. Afinal, ele estudou pra isso!"


E, as mães, como os homens da Caverna, silenciaram, pois alguém as "consolou"!!!!
Como digo sempre, a verdade aí está. Mas, sim, há pessoas que NÃO QUEREM ver, ouvir, ler, pesquisar...aí, é com elas!!!
Gratidão, amiga Maria das Graças, por haver compartilhado. E, se vale um conselho, não te gasta em discussões inúteis.
Como diz o budismo: "Quando o aprendiz está pronto, o mestre aparece!"
Felizmente, neste grupo, quase todos os que vem participar lêem os objetivos e entendem o que pretendemos aqui: LIBERTAR as crianças do perigoso jugo dos psicotrópicos!!

Beijos e Bençãos!

Marise Jalowitzki​
Educadora, escritora, especialista em Desenvolvimento Humano
Fundadora e uma das moderadoras do Grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM - Também do Blog, Livro e Página

Para quem quiser conhecer toda a alegoria em quadrinhos, editada por Mauricio de Souza, à época, compilei em imagens jpg e muito usei em meus grupos de Desenvolvimento Humano. Eis o link: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2010/09/continuismo-e-cartas-marcadas-ja-basta_22.html

O artigo sobre o garoto que morreu por usar ritalina em longo prazo, citado neste comentário, é este: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/11/protocolo-de-autopsia-morte-do-menino.html?spref=fb
Protocolo de Autópsia - Morte do Menino Matthew devido ao uso prolongado de Ritalina

""Insuficiência Coronária Aguda devido a Doença Isquêmica do Coração devido ao uso a longo prazo de metilfenidato (Ritalina)"- Ritalin, em inglês. Dr. Ljuba Dragovic, o Chefe Patologista de Oakland County, Michigan
Ele é apenas mais um. Em um levantamento nos EUA (agora já não publicam mais, pois a indústria farmacêutica calou aboca da grande mídia), foram levantadas 189 mortes em alguns anos... tome a sua decisão, lembrando que seu filho não pode opinar!!!

E, só para lembrar: a associação brasileira é subvencionada e patrocinada pelos laboratórios que fabricam os psicotrópicos usados para "tratar" tdah: ritalina, concerta, venvanse, adderall...





 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

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segunda-feira, 27 de março de 2017

Encontrei maconha na mochila de meu filho de 14 anos. O que devo fazer?



Marise Jalowitzki - 27 março.2017
Uma mãe contata para pedir ajuda, após encontrar maconha na mochila do filho de 14 anos.
O que posso dizer a esta mãe? Que a situação não acontece da noite para o dia. Que os pais querem muito seguir os ditames sociais ditos n-o-r-m-a-i-s , que é deixar o adolescente com mais espaço, com mais independência, como uma fórmula para que crie autonomia. E, assim, acabam deixando até mesmo de saber com quem os filhos andam, o que fazem, o que consomem! Pra não parecer chatos ou atrasados, deixam de monitorar horário e tudo o mais!
Adolescentes, mesmo com toda o extravasamento temperamental, pedem limites, querem limites, precisam de limites. Amorosa e firmemente dados. Conversas (que eles chama de chatas), passeios (que eles dizem odiar)... o que não dá é deixar para os "amigos" o direito de dizer o que o filho(a) pode ou deve fazer, e o que não pode e o que não deve fazer!


Inadmissível é 'entregar' o filho ao grupo de "amigos", deixando que ele seja influenciado por ele a ponto de mudar seus valores.
Os pais precisam correr atrás deste espaço e tempo perdidos. Devem tentar reconquistar o filho!

Sei que não é fácil, pois ouvir críticas, por vezes bastante amargas, dos próprios filhos, que rechaçam a vigilância, não é fácil! Além do que, passar pela gozação do grupo de amigos e até mesmo de alguns dos pais dos amigos, não é 'café pequeno'... mas é preciso!
Na verdade, no caso específico do garoto, muita coisa já deve estar rolando, há mais tempo. E me perdoem os adeptos da liberação da maconha, mas maconha pode causar dependência, sim,. Maconha é porta de entrada para outros vícios, sim. Os dados da Cruz Vermelha estão aí, para quem quiser ver. Tenho esra formação desde a década de 80 e minhas primeiras palestras versaram sobre este tema

À época (1985), publiquei até um pequeno livro "Droga de Vida! Vida de Droga", que foi impresso pela área de RH da empresa onde trabalhei com vínculo emprecatício por mais de duas décadas. Maconha para uso medicinal é outra coisa, é supervisionada, a composição não é esta que está nos 'baseados', que tem até cocô de cavalo e querosene, entre outras m...

Providências
Conversar com o filho vai ser sempre a melhor (e única) opção a ser tomada pelos pais. Sem xingamentos, sem dramas. Explicar e explicar sempre de novo! Mostrar os riscos. Mostrar o caminho denso que representa o mundo das drogas.
Na adolescência de minha filha - onde fumar baseado era o 'portal de passagem' como na minha adolescência ainda era fumar cigarro "comum" - a minha orientação foi bem neste sentido.
E, com calma, afirmei que, se a curiosidade fosse maior, e quisesse mesmo experimentar, que fosse dentro de casa, em seu quarto, para que pudesse ser ajudada caso desse algum problema ou incômodo.
Décadas após, este rapazote já deve ter expérimentado na rua.
Mas, um bom sinal é o fato de trazer na mochila. Poderia ter escondido. Poderia ter deixado fora de casa. De certa forma, ele está "pedindo" que os pais descubram, que lhe dêem uma bronca, quer confrontar os argumentos da rua com os argumentos dos pais.
Mais tarde, sim, ele vai decidir o que quiser fazer.
AGORA, em que está vivendo na casa dos pais, na dependência financeira destes, é mostrar mãos, braços e coração firme e, simplesmente, dizer Não! Se fizer escondido, bom, aí vai arcar com as consequencias.
Sei que muitos pais relaxam nesta questão - ou até mesmo incentivam - mas, como me foi perguntado, é a minha versão sobre os fatos que apresento.
Como todo mundo, também tenho parentes que passaram por esta triste decisão.
Tive mesmo um namorado, relação que não deu para levar adiante pela mudanças de personalidade que tinha ao consumir!
E, um conselho valioso: Leiam o livro "Pais ocupados, Filhos Distantes - Investindo no Relacionamento" - de Gordon Neufeld, Gabor Maté. A cada página uma lição de como reconquistar seu filho. Bjs

Resenha do Livro:
A correria do dia-a-dia é tanta que às vezes as coisas mais importantes e significativas ficam de lado, esperando sua vez. Mas, quando se trata do seu filho, ele pode cansar de esperar sua atenção, não é mesmo? E o que acontece então? Em 'Pais ocupados, filhos distantes', os autores explicam o que os pais podem fazer para melhorar o relacionamento com os filhos distantes, desobedientes ou agressivos. Soluções práticas e exemplos concretos mostram como adultos responsáveis podem, com intuição e afetividade, guiar seus filhos a um amadurecimento emocional saudável. Um trabalho cuidadoso e provocador, baseado em mais de trinta anos de experiência clínica, que vai surpreender pais, psicólogos e profissionais da educação. (Melhoramentos, 2006)

Querendo, veja também:



A incompreensão familiar, a intolerância social e a fragilidade da juventude abortando mais uma vida, ainda que de um gênio.
Pais, não tentem "resolver" os problemas com seus filhos através de psicotrópicos!













Abilify (Aripiprazol) e Depakote (Valproate - Ácido Valpróico) http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2016/11/exemplos-de-drogas-perigosas-e-efeitos.html
Conheça também o Blog: TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM