sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Sobre a arte de ouvir e ler




Sobre a arte de ouvir e ler

04.novembro.2016
http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/11/sobre-arte-de-ouvir-e-ler.html

particularmente, muitas vezes me chateio muito por fazer parte de uma nação que lê tão pouco (apenas 27% da população declara que já leu livros), que lê, além de pouco, sem procurar entender e pesquisar a fundo, já vai logo comentando e, muitas vezes, até mesmo insultando o texto ou o video ou o livro.
Outro dia assisti um video sobre alimentação e o entrevistado declarou que também não gostava do GOSTO do óleo de coco em alimentos salgados! Não falou que não era bom, que não era saudável...apenas declarou que não gostava do gosto!!! como eu também prefiro colocar apenas nas receitas doces e deixar para colocar o girassol ou o oliva apenas sobre o alimento já pronto... frituras, praticamente não usamos e, quando acontece (só para pipocas) é com óleo de algodão, que é o mais resistente a altas tenmperaturas.
Mas, o grau de xingamentos a que este medico foi exposto nos comentários no youtube foi de amargar!!! E ficou nisso! para cada 20 xingamentos, surgia alguém dizendo: valeu o video!
Onde poderá se formar uma nação que pensa, reflete, decide com equanimidade? moderação? comedimento?
Marise Jalowitzki

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

62ª Feira Internacional do Livro de Porto Alegre - RS - A maior Feira a céu aberto das Américas - 2016



Até 15 de novembro.2016 você pode usufruir da agradável presença da 62ª Feira Internacional do Livro de Porto Alegre - RS - A maior Feira a céu aberto das Américas

Esta feira, já um patrimônio querido, começou em 28.outubro e vai até 15 de novembro, com várias atrações diárias.
O Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM está presente. Bancas Martins Livreiro, Via Sapiens e Entrelinhas.
Sucesso Amplo a todos, sempre!
Gratidão, Dizy Ayala e Juarez Rodolpho pela arte da imagem
Abraços e Bençãos!
Marise Jalowitzki




 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Mantendo o genuíno que há em seu filho



Marise Jalowitzki - 11.outubro.2016
Sobre a maneira como nos dizem para ver e sentir o mundo... Permita que o ser humano que veio como filho para você se desenvolva com suas aptidões natas!
Quem outorgou o direito de alguém inventar uma fôrma social e tentar colocar todos dentro dela, como se seres humanos fossem peças de uma fábrica, todos iguaizinhos e uniformes?
Somos seres únicos! E diferentes entre si! Quem disse que temos todos de estar inseridos em algum script que alguém um dia inventou como o "normal"? As normas dos normais de nosso mundão são absurdas, são tão ridículas e descabidas, que precisamos, sim, de um novo olhar sobre a nossa maneira velha de ser e ver as coisas e as pessoas!!! Please, não mate o que seu filho tem de mais autêntico!!
Marise Jalowitzki - Educadora, especialista em Desenvolvimento Humano, pós graduação em Gestão de RH pela Fundação Getúlio Vargas, Certificada como International Speaker pelo IFTDO-VA-USA. Autora do Livro TDAH Crianças que Desafiam e outros. - Grupo, Blog, Página e Livro TDAH Crianças que Desafiam
(imagem: Tela do artista indiano San Dhir - intitulada Stage Artist)
link deste post: http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/10/mantendo-o-genuino-que-ha-em-seu-filho.html
Para ler mais, acesse: www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br e www.compromissoconsciente.blogspot.com.br



quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Adolescência e o Não Quero - Pais, vocês estão preparados para ouvir e viver isso



"Lembre-se que ninguém escolhe ter sintomas de inadequação ao meio onde vive." (Livro TDAH Crianças que Desafiam - pág. 94)
Por Marise Jalowitzki
05.outubro.2016
http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/10/adolescencia-e-o-nao-quero-pais-voces.html
O caso de hoje traz a situação de um garoto tímido, apontado com o diagnósticos de tdah e fobia social... retraído e triste, a mãe está preocupada por ele estar perdendo o interesse nos estudos. Claro! Algo precisa acontecer de bom, e já, e, com certeza, não se trata de receitas de psicotrópicos, embora a mãe já tenha recebido, na primeira consulta ao especialista, a prescrição dos tarjados!!
Na composição de nossa individualidade sadia, cada um de nós precisa primeiro identificar o "não", isto é, destacar primeiramente o que não se quer, o que causa mal, o que causa desconforto. Estabelecer o "não quero isso pra mim!". E ir estabelecendo limites, o que inclui mostrar aos demais o que o desagrada (pais, vocês estão preparados para ouvir e viver isto?). Afastar-se de um meio hostil pode ser uma solução, sim. Como a transferencia de escola. Tantos pais resistem a isso, dizendo que a criança "precisa se acostumar, pois assim é a vida!"... quem disse? vida tem lado ruim, sim, mas tem MUITA COISA BOA, também!!! Porque ter de viver o lado mais amargo já na infância-adolescencia? E de uma forma assim intensa? Sofrimento faz parte da vida, sim, mas não é o único ingrediente. Luta/fuga faz parte, também. É estratégico. Um novo ambiente, com acolhimento, possibilita reescrever uma historia, que passa a ser de apostas no Bem e em acertos.
Daí, gradativamente, acontece a identificação do que se quer, dos gostos, da eclosão das habilidades.
"Construir a autovalorização, passa por criar as chamadas "cerquinhas de proteção" , primeiro passo para vivenciar a autoestima. Uma criança-jovem retraído, que não se socializa, que não interage na escola e em casa é bondoso e querido, tem tudo para continuar sendo quem é,ser valorizado pelos seus, ser elogiado, receber reforços positivos sempre que realizar ações, mesmo simples.
A autoestima não pode estar alicerçada na opinião dos outros, senão, é uma ilusão! Agora, as pessoas importantes na vida de uma criança, como a figura da mãe e pai, não há dúvida que exercem um poder de influência básico. Por isso é tão importante não olhar com peninha o filho, não olhar com comiseração e tristeza a figura daquele adolescente arredio... Ele precisa de reforço positivo, não da "constatação" da mãe que há algo mesmo de "errado" COM ELE! Ele já recebe e percebe críticas no entorno o tempo todo, reclamações verbais dos professores por não interagir em sala, gozações veladas ou escrachadas dos colegas por ser um "esquisito", ou um "burro"... risinhos abafados de algumas meninas...tudo se agiganta na mente e coração de um adolescente, fazendo-o, lógico, desinteressar-se em estudar e continuar frequentando a escola. Nada mais "lógico" que querer fugir do ambiente que o hostiliza!


Claro que uma mãe sofre ao ver o filhote triste, solitário, ensimesmado. Só que, mesmo doendo internamente, tem ela de acreditar no potencial de seu filho! ELA tem de VIVENCIAR nas ações cotidianas este Amor e Admiração pelo que o filho é na essência. Não no que dizem os rótulos e jargões sociais, tão viciados e estereotipados.
Ensine a seu filho a defender seu espaço!! Gente, tenho acompanhado alguns casos de pertinho e é MUITO emocionante como alguns adolescentes conseguem, pelo menos, "segurar com o braço", tipo taekwondo, a agressão física de algum colega, coisa que antes não faziam!
Assim, ao invés de se debater entre a receita da dobradinha ritalina-risperidona e a pressão da escola, ame, ame, ame!! Reconquiste seu filho! Faça-o sentir-se bem em sua presença! Parafraseando o psicopedagogo do RJ Edson Damiao: "Pergunte-se, mamãe: Quais são os talentos de meu filho???"
Olhar "além da casca" é ver seu Filho na Essencia! Como a mãe mesma diz: Em casa ele é carinhoso, bondoso, educado.Não é ele que é o problema! O problema reside no entorno, com métodos defasados, com exigencias unilaterais, com excesso de críticas e julgamentos! Hora de mudar o rumo desta história!
Marise Jalowitzki

Algumas estratégias práticas sugeridas aos pais e pessoas do convívio:
•     Reforce positivamente a pessoa a pedir informações sempre que julgar necessário, que serão repetidas e esclarecidas.
•     Tente ser paciente e calmo para ajudar a ultrapassar as suas próprias frustrações e reatividade emocional em relação ao outro. Entender que se trata de uma fragilidade ajuda.
•     Seja internamente e externamente compreensivo sobre as realidades da “derrapagem cognitiva” única para a mente inadequada ao meio em que vive.
•     Lembre-se das competências esquecidas da pessoa considerada inadequada. Fale de seu coração bondoso e do quanto você admira certas atitudes sensíveis dele. Cite-as para que ele possa identificar." (Livro TDAH Crianças que Desafiam - pág.94)
ame, ame, ame!

Sobre a autora
 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 
blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade


quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Neurocientista da Harvard declara - Meditação não apenas reduz estresse, ela muda o seu cérebro


Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reinvindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testa-los com o uso de tomógrafos computadorizados. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode, literalmente, mudar seu cérebro.


publicado neste blog em 08.setembro.2016

Ela explica:

Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?

Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.
A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok,ok,ok, estou aqui para alongar”. Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.
Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.
A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.

Como você fez essa pesquisa?

O Primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.
Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.
Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.
Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar. Então fizemos um segundo estudo.
Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

O que você descobriu?

Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:
  1. A diferença principal encontramos no giro cingulado posterior, o qual está relacionado às lembranças e auto- regulação.
  2. O hipocampo da esquerda, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
  3. A junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão.
  4. Uma área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.
A amigdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga, e que é importante nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral. Essa área ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.
A alteração na amigdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.

Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?

Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas. Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.

Então, 40 minutos por dia?

Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.
No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.
Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.
Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.
Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.

A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?

Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse  e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.
Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos.  Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.
Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.

Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?

Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.

Você medita? E você tem um professor?

Sim e sim.

Que diferença fez em sua vida?

Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse.  Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.

Qual a sua prática pessoal?

Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos.  Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se  três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não.  E é isso que funciona para mim nesse momento.
este artigo: http://mandalaescola.org/neurocientista-da-harvard-meditacao-nao-apenas-reduz-estresse-aqui-esta-como-ela-muda-o-seu-cerebro/ 
Escola Caminho do Meio - escreva para: caminhodomeioescola@gmail.com
Ou ligue para: (51) 8514.0384
Texto original: Brigid Schulte
Tradução: Joann Schaly

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Opressor e Oprimido


Por mais ética. Por ações concretas, diárias. Pequenas ações de todos.  E por mais informação fidedigna. Só um povo informado, muito bem informado é que consegue construir sua propria opinião, pautada na ética, na fidelidade, na palavra aberta, na ação honesta. Enquanto valer "tudo liberado", pois "não existe pecado do lado debaixo do Equador"... (como diz um antigo sucesso) vai continuar desse jeito que vemos aí!


Opressor e Oprimido

05.setembro.2016

Uma amiga coloca: "Sonho que um dia as coisas mudem e a honestidade seja algo normal entre as pessoas."

Sinto que este momento está ainda distante, apesar do empenho de alguns. Temos o mesmo sonho-esperança, apesar dos reveses.

Lembrei de um episódio que aconteceu outro dia: recebi inesperadamente, 10 reais de crédito em meu celular "você carregou..." esta operação não era minha, mas não tinha como identificar o autor do erro na digitação do número, já que vinha por parte de quem efetuava-vendia a recarga.

Algumas horas depois, uma voz de garoto ao telefone:
"A senhora, por acaso, recebeu 10 reais de crédito em seu telefone?"
"Sim!"
"Eram meus, digitei errado!" - disse ele. E citou o seu número e o que foi digitado (o meu). Apenas a inversão de um dígito. Falei pra ele que à tarde iria ao supermercado e que carregaria no número dele o mesmo valor. Agradeceu muito, disse que eram os únicos 10 que a mãe havia liberado...

À tarde, efetivamente, fui fazer a operação. Tive de reafirmar, na leitura, o número enviado, pois era bem fácil de se enganar mesmo. Falei pra moça do caixa o que havia ocorrido. O que ela respondeu:

"Ah! Fosse eu, não devolvia! Ganhei, ganhei! É meu!"

Ainda argumentei que era um garoto, salientei a felicidade que ele ficou em receber de volta seus 10 reais...

Sabe quando se vê que o retorno não deu em nada? Pois é!





quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Meus livros na 24 Bienal Internacional do Livro de São Paulo - 26 de agosto a 4 de setembro 2016





Para adquirir pela web:
Em várias livrarias, incluindo a Cultura
Sites Estante Virtual, Mercado Livre, etc.

Jogos e Técnicas Vivenciais nas Empresas  - diretamente com a Editora - Clique AQUI

Lidando com o vampirismo nas relações interpessoais  - diretamente com a Editora - Clique aqui

Postura do Facilitador de Grupos nas Organizações - diretamente com a Editora) clique aqui

Vivências para Dinâmica de Grupo - A Metamorfose do Ser em 360 Graus - diretamente com a Editora), clique aqui


As demais obras, contatar diretamente com a autora ou solicitar pela Estante Virtual, PagSeguro ou Mercado Livre.


Para mais informações, enviar mensagem para marisejalowitzki@gmail.com



conhecer e modos de aquisição: 
Blog, clique: http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br



 http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2012/05/livro-jogos-e-tecnicas-vivenciais-nas.html



http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2012/05/livro-postura-do-facilitador-de-grupos.html





http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2013/05/lidando-com-o-vampirismo-nas-relacoes.html



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 







terça-feira, 23 de agosto de 2016

VERGONHA, TRISTEZA por saber que existem pessoas assim queridas, passando fome! DIGA NÃO AO DESPERDÍCIO!!




Marise Jalowitzki
23.agosto.2016

VERGONHA, TRISTEZA!
Esta imagem pertence aos Médicos Sem Fronteiras. O garotinho está sentadinho, assustadíssimo, sobre uma balança...
Ainda tenho esperança que os GANACIOSOS e EGOÍSTAS que só pensam na abundância de seus pratos e contas bancárias, possam se sensibilizar com o seu semelhante, que padece tanto, tem os mesmo direitos de uma vida digna e abundante e poderia se saciar com bem pouco!
Pensem nisso!
E vejam o que podem fazer em seu dia a dia para minimizar esta violenta e cruel realidade!
DIGA NÃO AO DESPERDÍCIO!
DIGA SIM A UMA VIDA MAIS SIMPLES E SAUDÁVEL!
(Há um ano, escrevi:
olha que tenho por premissa nunca xingar, por vezes fico em silêncio até acalmar meu instinto e conseguir perdoar e abençoar. Mas, neste instante, permito-me amaldiçoar todos os gananciosos, os donos do poder, as 13 multibilionárias famílias que detêm 95% do dinheiro do mundo! malditos, que deixam, planejadamente, que semelhantes seus passem a mais absoluta fome e desamparo! 4% do dinheiro do mundo, apenas 4% são suficientes para matar a fome de todos os desprovidos. Três semanas ao ano que se param de produzir armas (para matar) bastam para acabar com a fome de quem ainda está vivo!!!! Que Deus se apiede dos carrascos, porque vão precisar muito! Linda criança, receba meu abraço cósmico de aconchego!!! Paz no Mundo! Comida no Prato de todos! Não ao desperdício!)

(Nota em outubro 2017: Por mais incompreensível que possa parecer, sabem quais os comentários, em diversos portais, que este post recebe?  "Imagem fabricada!"..."Foto montada!"!!!! Não é insano??? Sim, senhores, esta fotoé real e, como coloco em primeiro plano, foi gerada na experiência dos Médicos Sem Fronteiras! Faça alguma coisa de bom, mas faça já!)

Comprometa-se, leia também:

Ao escolher seus alimentos, cuide para não derrubar, jogar, bater uns
com os outros. Muito alimento oferecido nas gôndolas dos
supermercados tem de ser jogado fora ao final do dia pelo
manuseio indevido dos compradores.