Mostrando postagens com marcador déficit de atenção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador déficit de atenção. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Florais de Bach - Dicas e Lembretes

Florais de Bach Originais - site oficial do Bach Centre no Brasil - monas.com.br 


Por Marise Jalowitzki
09.novembro.2016
http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/11/florais-de-bach-dicas-e-lembretes.html

Uma mãe pergunta:
"Bom dia!
Fiz uma receita de floral com uma terapeuta, mas não estou encontrando famarcia que faça a formula em apenas um frasco, eles alegam que tem muitas essencias (de 13 a 15) Vocês conhecem alguma farmacia confiavel? São Paulo - Capital"

Querida, é que são muitas essencias juntas, mesmo. Esta terapeuta deve ter se embaralhado um pouco. Importante ver isto. O recomendado pelo Bach Centre é que sejam, em media, até 5, máximo 6 essencias florais em um mesmo composto, para que a quantidade da tintura-mãe possa efetivamente fazer efeito em tempo razoável.
Assim, é importante separar por blocos de atuação. Por exemplo: se o mais notório no comportamento é a agressividade e a impulsividade, mas a ansiedade e o nervosismo chegam juntos, cabe mais, primeiro tratar a ansiedade, a agitação, o nervosismo para, depois, inserir os demais. Muitas vezes, alguns outros comportamentos já se equilibram só por ir ao cerne da questão, que pode ser o medo, a indignação, a vontade de fugir. da situação que chateia/amedronta..
O ideal, para esta quantidade de essencias, que sejam 3 compostos. Aí, só conversar com a terapeuta para ver qual "bloco de atuação" vai ser tratado antes.
Beijos e Felicidades!

Mais sobre o tema:


TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com -ou sem-
Hiperatividade), TDO (Transtorno Desafiador Opositivo),
 TOC (Transtorno Obssessivo Compulsivo), Bipolar ...
alguém escapa?



Por Marise Jalowitzki










A presença, o interesse demonstrado, a aposta nos
 filhos, o elogio dos pais para com os filhos, também
 são ingredientes valiosíssimos!



Por Marise Jalowitzki
29.março.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/03/tdah-e-falta-de-concentracao-dicas.html












Honney-Suckle, notadamente para falta de
 interesse nas circunstâncias presentes. Os chamados
 "cabecinha no mundo da lua". 








Parte 3

Por Marise Jalowitzki
12.fevereiro.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/02/bate-papo-sobre-florais-ii-valores.html














Floral usado para tratar o TOC - Transtorno
 Obssessivo Compulsivo, por exemplo:
 WALNUT – Juglans régia. 



Bate- papo sobre florais e outros - Parte 2


Por Marise Jalowitzki
08.dezembro.2015
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/12/tdah-dicas-de-florais-e-fitoterapicos.html













Essência Larch - dissolve o sentimento de 
inferioridade e o medo do fracasso 





Por Marise Jalowitzki
24.outubro.2015
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/10/bate-papo-sobre-florais-de-bach.html











TDAH e Florais - Dr. Edward Bach e o Rescue Remedy

Rescue - Floral das Emergências, do Resgate, para situações de Ansiedade e Nervosismo


http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/06/rescue-floral-das-emergencias-do.html







Agrimony - Como a planta pode ajudar o ser humano: 




http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/03/tdah-e-florais.html
Linkedin: https://www.linkedin.com/pulse/article/tdah-toc-e-florais-marise-jalowitzki/edit 

"As 38 plantas curam suave mas efetivamente, e como não existem plantas venenosas entre elas não existe nem o medo nem a possibilidade de tomar uma sobredose ou de estar sujeito aos riscos de uma prescrição incorreta."- Nora Weeks, As Descobertas Médicas de Dr. Edward Bach Médico

Leia também, querendo:

Demorou mas veio!!! Brasil se posiciona contra a medicalização de crianças! A resolução estabelece que é um direito de meninos e meninas o acesso a alternativas que não envolvam uso de medicamentos. Viva!







 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:



sábado, 13 de agosto de 2016

TDAH - O que fazer quando a criança interrompe a conversa familiar com um assunto nada-a-ver







Por Marise Jalowitzki
13.agosto.2016
http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/08/tdah-o-que-fazer-quando-crianca.html

Uma pessoa pergunta: "O tdah fala algumas vezes assuntos que não tem nada a ver com a conversa?"
Primeiramente, preciso registrar a dor que me dá sempre que escuto ou leio alguém referir-se a uma pessoa como "um tdah", como se o rótulo fosse mais importante que a individualidade!! É muito duro isto em nossa sociedade, os adultos parecem não se dar conta do quanto estigmatizam alguém quando assim se referem. Há tantas outras habilidades, outras referencias, outras qualidades e características, comportamentos e reações, para tudo ser assim simplificado como um rótulo, de uma situação tão controversa  como é este tema, que ainda nem conseguiu comprovação científica geral se realmente uma doença mental já que nada pode ser verificado. Tudo decorre de relatos verbais de pessoas que convivem!  

Comentando sobre a pergunta:
A capacidade de "pensar em outra coisa" é inerente ao ser humano, Rosana, especialmente quando o assunto é chato ou a pessoa não está querendo mais ouvir e-ou participar. Algumas criançasmais sensíveis, independente de como foi enquadrada-diagnosticada, acaba sendo super-sincera. Ela tenta, de uma maneira gentil, dizer: "Este assunto é bem mais interessante! Vamos falar sobre isto?" Só que os adultos geralmente não entendem, acabam rindo (achando que é 'pirado') ou xingando ("cala a boca! só fala bobagem" e a criança, com o tempo, desenvolve outras maneiras de mostrar sua inquietude
Geralmente, a criança
- acaba se abstraindo cada vez mais das conversas, até se abstrair completamente, não participando mais dos assuntos. Por maisestranho que pareça, para muitas famílias, acaba sendo conveniente este silêncio, até mesmo um alívio!... se fica muito séria a abstenção, os pais (ou professores) se preocupam e a criança acaba sendo levada a um médico, por déficit de atenção... "ele parece estar sempre no mundo da lua, sabe nada de nada"... e recebe medicação para "se concentrar", sem que sequer os pais, familiares, educadores, revisem sua postura...
- ou se irrita facilmente, aí, os pais se preocupam porque está agressivo (podendo bater, gritar) ... Aí os pais levam ao médico para que receba algum medicamento para tratar a agressividade... "sem causa"...

O que precisa acontecer é uma mudança nas relações familiares, em primeiro lugar, tentando a inserção dos pequenos diferentes, estimulando-0s bastante para que continuem participando das conversas, mesmo que, aparentemente, "nada-a-ver"... A mamãe pode, sorrindo, dizer: "Acho que nosso amadinho está sugerindo um outro assunto! Que tal falarmos sobre isso? Parece ser uma boa ideia!"

E, caso o tema que está sendo abordado até o momento seja sério e careça de continuidade, com tom brando e carinhoso, a mãe (ou o pai), pode dizer: "Querido, sei que este assunto é meio chatinho, mas a gente precisa terminar... daqui um pouco vamos conversar sobre isto que comentas, ok? Segura um pouco aí! Não esquece!"

Isto de "cortar" o assunto e focar em outro panorama é até mesmo uma técnica de PNL - Programação Neurolinguística para o que se chama "mudar de estado", excelente técnica para mudar o foco, especialmente em conflitos, quando a criança chora, em chatices...

A mudança na forma de como as pessoas se tratam dentro do círculo familiar, especialmente, é MUITO importante, pois entender, conhecer e respeitar o jeito de cada um é que promove a construção de uma autoestima sólida em cada componente do universo familiar. Este tema é abordado em capítulo específico no livro TDAH Crianças que Desafiam (Relações Familiares e TDAH).




E, nas escolas, necessário disseminar um projeto muito legal que já vem acontecendo em algumas instituições da Educação Infantil, chamado "Roda de Conversa", onde a criança aprende a participar, se disciplinar para aprender a ouvir os demais, onde ela é aplaudida sempre que participa quando lhe é solicitado. 

Previsto no PNAIC - Plano Nacional de Aprendizagem na Idade Certa, é meu parecer que deva ser estimulado também em todas as demais séries, tipo dinâmica de grupo (Capitulos 14, 15 e 16 do Livro TDAH Crianças que Desafiam).


Vamos valorizar o jeitinho de ser de cada um, para que não se perca a espontaneidade, a genuína capacidade de se comunicar e se fazer entender no mundo!



https://www.youtube.com/watch?v=OorZcOzNcgE 

Child In Time



Doce criança no tempo, você verá a fronteira
A fronteira que foi desenhada entre o bem e o mal
Veja um homem cego atirando ao mundo
Balas voando, levando tristeza
Se você tem sido mau, Senhor eu aposto que sim
E você não se feriu por uma bala perdida
Você deve fechar seu olhos e curvar sua cabeça
Espere o ricochete

Sweet child in time you'll see the line
The line that's drawn between the good and the bad
See the blind man shooting at the world
Bullets flying taking toll
If you've been bad, Lord I bet you have
And you've been hit by flying lead
You'd better close your eyes and bow your head
And wait for the ricochet










 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista.Especialista em Desenvolvimento Humano, defensora de uma infância saudável, antimedicalização. Escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 
blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade


 



quinta-feira, 14 de julho de 2016

Chega de tanta medicalização - Preparar um filho para a Vida não é moldá-lo apenas para atender expectativas socialmente impostas


Foto Ana Radchenko
"O caos social está cada vez mais abrindo seus braços para tentar abafar os criteriosos. Se, por um lado, isto desconcerta e até desanima, por outro lado, fica evidente que é chegada a hora de ampliar a responsabilidade individual, especialmente dos pais que precisam dizer “Não!” para a pressão de alguns supervisores de escolas. “Não!” para a insistência de alguns educadores. “Não!” para o médico que rapidamente rabisca metilfenidato sem avaliar mais nada. “Não!” para a sua angústia em querer apresentar um filho “adequado” para a sociedade. “Não!” para a vergonha das diferenças. E parar de dizer “Não” para uma vida mais simples e feliz.

É urgente e fundamental que pais discutam sobre as práticas pedagógicas dos estabelecimentos onde vão deixar seus filhos para serem educados, compreendendo que Educação é um processo para ser levado durante toda a existência e não apenas para dar respostas certas que resultam em notas, conceitos ou menções nas avaliações trimestrais e ao final de cada ano letivo.

Enquadrar somente para ser aceito, não." (pág. 12 - Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM)




Chega de tanta medicalização -  Preparar um filho para a Vida não é moldá-lo apenas para atender expectativas socialmente impostas - e que são geralmente fúteis, vazias, altamente competitivas e geradoras de sofrimento

É preciso criar nossos filhos para que vivenciem Felicidade, que conectem com seus Limites, que vivam bem com isso, sabendo que todos somos sábios e ignorantes em coisas diferentes!


Por Marise Jalowitzki
14.julho.2016
http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/07/chega-de-tanta-medicalizacao-preparar.html

Por vezes algumas pessoas ainda tentam atacar minhas publicações sobre tdah e outros transtornos, sobre o excesso de medicalização da infância, sobre esta mania que tantos adultos tem de exigir que seus pimpolhos apenas satisfaçam as exigencias socialmente impostas, independente de como se sentem. Tais pessoas (as que criticam) usam a alegação que "não é minha especialidade". Verdade! |Não sou da área da saúde!! Sempre o declarei. O que mais faço é divulgar muitas e muitas informações que não aparecem em nosso país (óbvio, pois não interessa!!), provenientes de especialistas criteriosos, reconhecidos internacionalmente. E compartilhar resultados que dão certo.

Espero que cada vez mais e mais possamos compartilhar resultados exitosos!

E o que dizer de tantos profissionais da saúde, de diferentes áreas, que dizem "Eu não tinha conhecimento disto! Você tem mais bibliografia para eu poder aprofundar?"

E, o que dizer quando mamães - que são médicas - me procuram, sabendo que sou da área da educação e do desenvolvimento humano, sem saber mais o que fazer para livrar seus filhos dos psicotrópicos e pedindo minhas sugestões?

Situações assim (que acontecem seguidamente) não massageiam meu ego, não! Deixam meu coração muito apertado e triste, por verificar o quanto estamos distantes de um quadro de saúde! O quanto as próprias universidades são manipuladas pela indústria farmacêutica, colocando em sala professores que vão disseminar a cultura medicamentosa, foco na doença ao invés de foco na saúde. Criando clientes cativos e fiéis, ao invés de pacientes temporais.

E, também, paralelamente, percebo a importância deste momento de despertar de tantos profissionais e pais!
Avante!
Marise Jalowitzki
Educadora, consultora organizacional, especialista em Desenvolvimento Humano