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terça-feira, 4 de abril de 2017

Continuísmo, Acomodação, Superficialidade, Características Sociais dominantes e medicalização de crianças



Por Marise Jalowitzki
04.abril.2017
https://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2017/04/continuismo-acomodacao-superficialidade.html

Ontem refleti bastante sobre a mensagem de Platão quando escreveu "A Caverna". Trata-se da história de um grupo de pessoas que vive dentro de uma caverna, somente olhando/assistindo/"vivendo" as suas vidas através de uma névoa densa. O tempo todo apenas olhando e criticando... Um humano que vivia do lado de fora, passando, ouviu aqueles gritos de "uh...fora...!!"" e quis saber do que se tratava. Quando percebeu o que era, disse:
" - Amigos, vocês estão vendo a vida por uma névoa densa, não é a verdadeira vida. Venham aqui pra fora, aqui tem luz, tem um ar mais limpo, tem outras pessoas! Venham!"
As pessoas de dentro da caverna, ao invés de agradecer e experimentar, ficaram MUITO irritadas, e saíram literalmente correndo atrás do cara que ousou dizer alguma coisa diferente do que estavam acostumados a ver/ouvir/sentir... Claro que ele saiu correndo, pra não ser esmagado!!! Só que, nesta corrida, aquelas pessoas de dentro da caverna acabaram...saindo... (quebrando paradigmas)... sentiram a luz e o calor do sol, xingaram muito o homem, mas, no final, gostaram do que viram, gostaram do que sentiram...
Assim é a evolução humana!
Alguns resistem, atacam...alguns, quando sentem e vivem as novas experiencias, curtem e aderem!
Porque estou falando isso! Ontem fui ler os comentários sobre o post que a amiga Maria das Graças compartilhou em outro grupo, este mesmo artigo sobre o Protocolo de Autópsia do amado Matthew Smith, cujos pais hoje dedicam suas vidas a divulgar o direito que os pais tem de SABER os riscos que os filhotinhos correm ao receber psicotrópicos.
O post FOI EXCLUÍDO e rendeu, em outros comentários, considerações como:
" - O laudo era falso!"
" - O laudo, ao final, dizia que era acidente a causa mortis!"
" - Post falso, cópia de internet..."
" - Fiquei muito triste ao ler... que bom que foi excluído!"
" - Nada do que estava lá é de verdade!"
e, umas duas ou três vezes, a mesma pessoa (talvez a moderadora) salientava... entrem no site da associação brasileira...lá vocês vão ver que não existe isso de problema de coração... ritalina é segura!"
" - Vamos seguir o que o médico disse. Afinal, ele estudou pra isso!"


E, as mães, como os homens da Caverna, silenciaram, pois alguém as "consolou"!!!!
Como digo sempre, a verdade aí está. Mas, sim, há pessoas que NÃO QUEREM ver, ouvir, ler, pesquisar...aí, é com elas!!!
Gratidão, amiga Maria das Graças, por haver compartilhado. E, se vale um conselho, não te gasta em discussões inúteis.
Como diz o budismo: "Quando o aprendiz está pronto, o mestre aparece!"
Felizmente, neste grupo, quase todos os que vem participar lêem os objetivos e entendem o que pretendemos aqui: LIBERTAR as crianças do perigoso jugo dos psicotrópicos!!

Beijos e Bençãos!

Marise Jalowitzki​
Educadora, escritora, especialista em Desenvolvimento Humano
Fundadora e uma das moderadoras do Grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM - Também do Blog, Livro e Página

Para quem quiser conhecer toda a alegoria em quadrinhos, editada por Mauricio de Souza, à época, compilei em imagens jpg e muito usei em meus grupos de Desenvolvimento Humano. Eis o link: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2010/09/continuismo-e-cartas-marcadas-ja-basta_22.html

O artigo sobre o garoto que morreu por usar ritalina em longo prazo, citado neste comentário, é este: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/11/protocolo-de-autopsia-morte-do-menino.html?spref=fb
Protocolo de Autópsia - Morte do Menino Matthew devido ao uso prolongado de Ritalina

""Insuficiência Coronária Aguda devido a Doença Isquêmica do Coração devido ao uso a longo prazo de metilfenidato (Ritalina)"- Ritalin, em inglês. Dr. Ljuba Dragovic, o Chefe Patologista de Oakland County, Michigan
Ele é apenas mais um. Em um levantamento nos EUA (agora já não publicam mais, pois a indústria farmacêutica calou aboca da grande mídia), foram levantadas 189 mortes em alguns anos... tome a sua decisão, lembrando que seu filho não pode opinar!!!

E, só para lembrar: a associação brasileira é subvencionada e patrocinada pelos laboratórios que fabricam os psicotrópicos usados para "tratar" tdah: ritalina, concerta, venvanse, adderall...





 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade


sábado, 13 de agosto de 2016

Michael Phelps só tomou ritalina dos 9 aos 11 anos, por decisão da mãe Campeão olímpico disse NÃO às drogas para TDAH e focou no esporte





VISITE O BLOG www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br e encontre vários outros artigos sobre o tema


Por Marise Jalowitzki - 11.agosto.2016
Vamos contar a história real?
Ando recebendo um link divulgado pela "associação brasileira", que é patrocinada pelas fabricantes dos psicotrópicos para tdah, sobre o brilho de Michael Phelps, o campeão olímpico mais laureado da história das Olimpíadas. O texto, entre outras considerações,enfatiza que Phelps "...Com a ajuda de tratamento - terapia medicamentosa e psicoterapia - com o apoio de sua mãe, Michael foi capaz de canalizar suas energias para a natação, tornando-se o mais jovem titular do sexo masculino nos esportes modernos, aos 15 anos de idade." ISTO NÃO É VERDADE! Phelps não fez uso de psicotrópicos para SUPERAR seus sintomas-características. Ele BANIU o uso da ritalina 2 anos depois que a mãe o introduziu neste "tratamento"!!
A real: aos 9 anos, depois de um divórcio conturbado entre seus pais, a mãe decidiu levá-lo a um neuro para trabalhar as questões da distração. Receitaram ritalina, claro. O que o texto mencionado acima (da "associação") não diz é que, dois anos depois, portanto, com 11 anos de idade, Phelps não aguentava mais o bullying pelas suas orelhas de abano e pela zoação por ter de ir ao meio dia, todos os dias, até a secretaria tomar a "pílula da obediência" e foi aí, aos 11 anos, que decidiu não mais tomar medicamento algum para tdah (adhd, na sigla, em inglês). Chegou em casa e disse para a mãe: "Não vou mais tomar estes remédios" passando a focar especificamente no esporte. "Out of the blue" - ele disse, relata a mãe ("fora do azul", referindo-se ao comprimido ritalina).
Aliás, os psicotrópicos receitados para tdah inviabilizam a atividade olímpica, sendo considerados dopping...
Ainda, em um video documentário recente, Michael Phelps fala de sua crise em 2014, onde esteve à beira do abismo, pensando em se suicidar e seu espetacular retorno após ouvir conselhos do amigo Ray Lewis, internar-se em uma clínica e ler um livro motivador (Uma Vida com Propósitos, de Rick Warren). No video-documentário, aparece no reencontro com o pai, emocionante reconhecimento de ambos sobre amor-distante. Hoje, o pai de Michael aparece abraçando o filho e o neto. Senti a falta da mãe de Michael, que só aparece no video uma única vez, em uma foto antiga. A mãe, atualmente, é contratada para dar palestras pela fabricante do concerta (psicotrópico que Phelps nunca tomou) e, mesmo sem citar, em suas falas, o uso dos controlados tarjados, a empresa farmacêrutica (claro!) se beneficia com o lobby,como vemos no artigo citado no início deste post (divulgado pela associação brasileira)...
Michael Phelps está de volta, pleno de medalhas, com uma família estruturada, esposa e filho que ele adora e que o amam também.
Vamos contar a historia real?
Assista o video Prisão e suicídio - Como a Olimpíada no Rio evitou o fim de Michael Phelps - legendado em português conheça o emocionante relato de Phelps, pai, esposa, treinador e amigos. Clique:http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/08/prisao-e-suicidio-como-olimpiada-no-rio.html
Para ler o texto original sobre a decisão de Michael Phelps em largar as drogas para tdah:
Olimpíadas Rio 2016 
Texto original publicado em 26 de agosto de 2008
Texto publicado neste blog: 11.agosto.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/08/michael-phelps-disse-nao-as-drogas-tdah.html




Para uma amiga que enviou o texto da "associação brasileira" para publicação, tive de devolvê-lo com os seguintes dizeres (depois, deixei o link deste artigo e agradeci a participação):
"Querida, contato para informar que o post que destinaste para divulgação no grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM não será liberado por dois motivos:
1º O texto traz inverdades, já que dá a entender que com ajuda medicamentosa (e terapia) é que o atleta (naquela época, menino) conseguiu ir pra frente. Na verdade, foi o contrário: foi quando ele decidiu parar (depois de tomar ritalina por imposição da mãe por dois anos) é que focou no esporte e foi pra frente!
2º esta "associação brasileira" que postou o artigo, é patrocinada pelos fabricantes da ritalina concerta e venvanse! Lógico que vão fazer de um tudo pra promover os medicamentos...
Agora me diz: QUAL atleta olímpico pode tomar psicotrópicos e não ser pego no antidopping??? Querendo, dá uma olhadinha aqui.
 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista.Especialista em Desenvolvimento Humano, defensora de uma infância saudável, antimedicalização. Escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 
blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Difundindo o Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM




Difundindo o Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Um alerta para tentar frear o uso indiscriminado de psicotrópicos em crianças.
Brasil, 2º maior consumidor mundial de metilfenidato (ritalina, concerta, aderall e outros)... além do venvanse, zoloft, aristab, neuleptil...etc...etc....
Menos medicação, mais Felicidade.
Menos críticas, mais Harmonia.
Menos pressão, mais Aceitação.
Menos rótulos, mais Amor!


Marise Jalowitzki
Escritora, Educadora, Blogueira e Colunista. Coordenadora de Dinâmica de Grupo,Especialista em Desenvolvimento Humano, pós-graduada em RH pela FGV-RJ e International Speaker pelo IFTDO-VA-USA. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. Porto Alegre/RS -


Mais informações sobre o Livro neste blog - inclusive lojinha virtual: TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

Mais algumas fotos:
















sábado, 16 de janeiro de 2016

TDAH - Quais as causas da inadequação escolar?



16.janeiro.2016

TDAH - Quais as causas da inedequação escolar?
Vamos repensar a idade de matricular nossos filhos na escola
Ao invés de tanto medicamento "mágico", Amor, Compreensão, Inovação nas Metodologias Educativas.
"Ao invés de continuar acelerando uma prática medicamentosa que vem carregada de suspeitas sobre seus efeitos em médio e longo prazo, não será a hora de discutir mudanças e melhorias no meio ambiente (entendido como, também, o interior dos lares, o entorno das residências,o entorno das escolas), nas políticas públicas, nos currículos, na forma de apresentar conteúdos e conceituar desempenhos? (..) Se, muitas vezes, o fator idade é preponderante para a assimilação do conhecimento empírico, uma das alternativas é, sem dúvida, repensar a idade para matricular as crianças no ensino fundamental e o que vai ser exigido delas e de quais serão os critérios para aprovação e encaminhamento ao ano letivo seguinte. E rever currículos."
pág 46 - Livro TDAH Crianças que Desafiam



Aperfeiçoamento em crianças

"Não é segredo que as drogas psicotrópicas são eficazes em crianças saudáveis, o que se torna em um grande incentivo para os pais a usar essas substâncias para promover a atenção e a concentração de seus filhos, na tentativa de proporcionar-lhes uma vantagem competitiva. Este tipo de "Otimização" das habilidades de uma criança ocorre sem qualquer gasto de tempo e passa despercebido, por isso os pais não são convidados a responder a qualquer crítica.

De acordo com a informação fornecida pelo Conselho do Presidente dos EUA de Bioética, o uso de fármacos psicotrópicos, tais como Ritalin ® e Concerta ® não coincidem com o número de diagnósticos e indicações terapêuticas. E mais, uma tendência com relação ao sexo (meninos), idade (crianças mais jovens) e região (cidades), pode ser identificada. Além de diferenças regionais relacionadas com as línguas, a mesma tendência, também pode ser observada na Suíça. Além disso, o consumo de Ritalin ® na Suíça aumentou marcadamente entre 1996 e 2000, de 13,7 kg a 69 kg, e, principalmente, entre 5 - a 14 anos de idade.

Dentro destes quatro anos, a dose média foi aumentada em cerca de 10 por cento. Apesar de uma série de intervenções parlamentares, não detalhadas, um relatório recente está disponível, abordando a prática de prescrição em toda a Suíça e o consumo de medicamentos psicofármacos em crianças. No entanto, este relatório deixou de revelar e explicar  porque, por exemplo, o uso de metilfenidato, também conhecido, entre outras denominações, como Ritalin ®, que tem sido utilizado na Suíça há mais de 55 anos, de repente, teve tal aumento nos últimos 15 anos.


De uma perspectiva ética, é importante destacar que o diagnóstico, por exemplo, de transtorno de déficit de atenção, transtorno desafiador opositivo ou transtorno de ansiedade, representa um desafio profissional, uma vez que é difícil diferenciar entre normal e patológico o comportamento em crianças. Também pode-se presumir que o aumento do uso de drogas psicotrópicas seja responsável por uma mudança em curso nos padrões de quais comportamentos de crianças ou adolescentes sejam socialmente considerados como compatível e "normal", e quais são considerados patológicos. Tendo em conta que o diagnóstico também é afetado por essas avaliações da sociedade, bem como a preocupação de que as crianças "se encaixem" no jardim de infância e na escola, um novo aumento de prescrições é provável. Este exemplo demonstra que a distinção entre reforço e uma necessidade de terapia podem variar, dependendo do histórico e contexto cultural - e como resultado é submetido à reflexão ética.

É claro que este desenvolvimento pode ser considerado positivo, uma vez que se destina a fazer avançar a criança, manifestando características desejáveis ​​e, consequentemente, promovendo sua integração social. Alguns consideram mesmo esse avanço uma obrigação moral. Ainda assim, a NEK-CNE está hesitante a este respeito, porque o consumo de agentes farmacológicos com o propósito de aprimoramento altera o comportamento da criança, sem qualquer contribuição de sua parte [32]. Isto eleva o grau de interferência na liberdade da criança e seus direitos pessoais. Porque agentes farmacológicos induzem mudanças de comportamento, mas não conseguem educar a criança sobre como alcançar estas mudanças comportamentais de forma independente. Assim, a criança é privada de uma experiência essencial de aprendizagem para atuar de forma autônoma [26], notadamente para influenciar o seu comportamento através de decisões pessoais, ao invés de meios externos (somente), o que permitiria a criança tomar responsabilidade.  Dentro deste contexto, o aprimoramento reduz consideravelmente a liberdade dos filhos e prejudica o desenvolvimento de sua personalidade.



Além disso, o consumo de substâncias farmacológicas podem ter implicações adicionais no caráter, porque a criança é ensinada que ela pode "funcionar" de uma forma socialmente adequada somente com a ajuda destas drogas. Na medida em que traços do caráter da criança são alterados medicamentosamente, deixando-o dependente de drogas psicotrópicas, isto acarreta consequências para a formação da personalidade da criança e sua autoestima e pode promover o desenvolvimento de padrões de comportamento de dependência [19]. A pressão aplicada sobre as crianças para se conformar, seja por seus pais, seja por instituições de ensino, impõe um padrão de normalidade que diminui a tolerância em relação ao modo de ser infantil. Isto pode reduzir a variedade de temperamentos e estilos de vida e, em última análise, prejudicar o direito da criança a um caminho aberto da vida.

A NEK-CNE defende a adaptação das condições de vida para os interesses e necessidades das crianças. Caso contrário, o valor das qualidades infantis, não relacionadas aos aspectos da sociedade competitiva  - como concorrência e performance -  e, sim, relacionadas a brincar, fazer amizades e praticar lazer não competitivo, poderiam ser perdidas - juntamente com a própria infância."
(Comissão de Ética Biomédica da Suíça, país onde "nasceu a Ritalina - págs 146 a 169 - Livro TDAH Crianças que Desafiam)

Marise Jalowitzki
Educadora e Coordenadora de Desenvolvimento Humano
Grupo, Blog, Página e Livro TDAH Crianças que Desafiam



http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/01/tdah-quais-as-causas-da-inedequacao.html



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

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Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade


Agressividade infantil e os tratamentos com psicotrópicos




16.janeiro.2016
http://marisejalowitzki.blogspot.com.br/2016/01/agressividade-infantil-e-os-tratamentos.html

Agressividade infantil e os tratamentos com psicotrópicos
"Apelo à diversidade humana
O uso generalizado de Aprimoramento limita a variedade de modos de vida e as diferenças de talento. Entretanto, uma perda da diversidade não é desejável, porque isso levaria a um nivelamento das diferentes aptidões e características humanas, diminuindo assim a tolerância da alteridade (diferenças individuais). Se o empurrar para aumentos de homogeneidade, de tal forma que um talento diferente ou mesmo uma deficiência seja considerado "culpa" da pessoa, porque, “afinal de contas, ela deveria estar tomando uma droga para curá-la”, isso equivaleria a uma perda de justiça."
Pág 143 - Livro TDAH Crianças que Desafiam


Hoje pais sentem-se, as mais das vezes, confusos quanto à maneira de orientar e educar seus filhos. A Lei da Palmada é um 'fantasma' que inibe (felizmente) o uso da agressão física, quebrando uma sistemática de "dobrar pelo medo do castigo". Em contrapartida, dar limites é necessário, essencial. Estando ou não estando em casa, mães e pais sentem-se despreparados (quem se sentiu preparado, um dia?) para enfrentar este desafio. Infelizmente, muitos optam por "baixar" a insubordinação de seus pequenos através do uso de psicofármacos, o que é MUITO triste, pois altera, muitas vezes irreversivelmente, a capacidade do pequeno em dar respostas ao entorno de acordo com suas aptidões e habilidades. 

Amor e Compreensão, parcerias, acordos e entendimentos, liberação de expectativas pré-fabricadas, respeito às individualidades, estas as alternativas.



Educar não é moldar, muito menos achatar. É indicar, conduzir, mostrar caminhos, ampliar a visão.

Marise Jalowitzki
Educadora e Coordenadora de Desenvolvimento Humano
Grupo, Blog, Página e Livro TDAH Crianças que Desafiam




 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

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Crianças são estimuladas com elogios, são impulsionadas por validação!